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quinta-feira, 4 de julho de 2013

TEXTO REFLEXIVO INDIVIDUAL


          O professor deve avaliar o aluno de forma integral, sem excluir, julgar e comparar por diferenças regionais, culturais e sociais. Na língua portuguesa o certo e o errado é relativo, pois, existem diferentes dialetos. O que é diferente, regionalismo/dialetos, não é considerado na avaliação escolar, porém é muito encontrado nas salas de aula, assim o professor acaba por ser injusto ao avaliar seus alunos. 
          A escola entende que o correto é escrever/falar corretamente a gramática porém diversas vezes o aluno pode escrever corretamente um texto e não conseguir articular suas ideias. Com isso o aluno pode entender que a forma escrita é correta e a forma falada não. O papel do professor é ensinar o português como uma língua, suas utilidades e funções.
          A comunicação se dá através da fala de forma, e de forma concreta através da escrita e exige uma articulação melhor das ideias para que de fato aconteça a comunicação. A avaliação deve acontecer de forma continua, processual, formativa. Levando em conta todos os aspectos do desenvolvimento da criança, tanto na escrita como na forma oral, além das diferenças regionais e culturais.


REFERÊNCIAS


CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & Linguística. Editora Spione.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

REFLEXÃO SOBRE AVALIAR NA ALFABETIZAÇÃO



É notório que a avaliação não é um processo de julgamento, mas sim de reflexão, devendo ocorrer cotidianamente, já que a criança apresenta diferenças todos os dias. Desta forma, a avaliação deve servir para que o professor reflita sobre a sua ação pedagógica revendo seus métodos e práticas de ensino, em função do aprendizado dos alunos. Assim, a existência da avaliação visa a garantir a qualidade no processo ensino e aprendizagem, tendo como foco a evolução e os caminhos percorridos pelos alunos em interação com o professor. Outro ponto importante é a mediação do professor no processo de alfabetização. Segundo HOFMANN (2000), a avaliação mediadora se desenvolve em beneficio ao educando e dá-se fundamentalmente pela proximidade entre quem educa e quem é educado. Somente através da proximidade é possível que o professor conheça seu aluno, para então poder avaliá-lo.
Avaliar tem como objetivo acompanhar o desenvolvimento da criança, esta avaliação não pode acontecer como forma a medir conhecimentos, mas como ponto de partida para novas aprendizagens. Portanto o objetivo da avaliação é a qualidade  no processo de alfabetização, tendo como foco a evolução e os caminhos percorridos pelos alunos em interação com o professor.
Faz-se necessário entender que existe em sala de aula uma diversidade nas formas de aprender de cada aluno. Portanto, é tarefa do professor disponibilizar variedade de atividades e também de   formas avaliativas. Outro ponto que deve ser levado em conta, são os conhecimentos que a criança já possui, de modo que a partir deles possa construir novos  conhecimentos, além de consolidar os mesmo.
A avaliação se dá em atividades contextualizadas, observando-se como cada criança constrói seu conhecimento. A devolutiva do professor sobre a evolução da criança nesse processo é importante para que a criança perceba suas próprias aprendizagens. Em uma avaliação formativa e mediada é importante a devolução do processo de aprendizagem à criança, isto é, o retorno que o professor dá para as crianças a respeito de suas conquistas e daquilo que já aprenderam.

REFERÊNCIAS

HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Educação & Realidade, 2000.